Disponível em:http://temagerador.blogspot.com/2011/11/luto.html. Acesso em:30/11/2011
Disponíveis em:http://wp.clicrbs.com.br/chapeco/tag/marcelino-chiarello/?topo=77,2,18. Acesso em:30/11/2011
Pesquisar este blog
Total de visualizações de página
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
O assassinato do vereador e professor Marcelino Chiarello
É com profunda tristeza que escreverei estas linhas. Pela amizade com o vereador, por compactuar politicamente de ideiais semelhantes, pelo fato de estar sempre junto da luta do magistério, mas também da luta dos trabalhadores do transporte coletivo, da agricultura familiar, dos trabalhadores das agroindústrias, enfim, um grande lutador.
Era a principal voz insurgente contra os desmandos , instalados em Chapecó, após a entrada de João Rodrigues como prefeito municipal. Aliás, a tempos venho falando que nesta cidade se vive uma farsa democrática (na Câmara de Vereadores é sempre 10 governistas contra dois oposicionistas) e a a imprensa de Chapecó, uma boa parcela, é cargo de confiança ou função gratificada da Prefeitura. Há certos veículos que mais parecem assessoria de imprensa da Prefeitura.
O crime tem motivação política. É por aí que devem iniciar as investigações. Marcelino era bastante contudente na defesa da moralidade política.
Esta questão também leva a baila a discussão sobre a segurança pública. A insegurança máxima que vive esta cidade aumentou a partir do mandato do ex-prefeito João Rodrigues. Ele que semeou o ódio, destilou o preconceito contra o PT e o PCdoB, diminuiu os investimentos na área social, na educação, dividiu a cidade, deixou de negociar com o SITESPM no caso do serviço público municipal, e todas as vezes que alguém se insurgia, ele invadia (pelo telefone) as programações (lembro de um embate com o próprio vereador Marcelino, na rádio Super Condá).
Era a principal voz insurgente contra os desmandos , instalados em Chapecó, após a entrada de João Rodrigues como prefeito municipal. Aliás, a tempos venho falando que nesta cidade se vive uma farsa democrática (na Câmara de Vereadores é sempre 10 governistas contra dois oposicionistas) e a a imprensa de Chapecó, uma boa parcela, é cargo de confiança ou função gratificada da Prefeitura. Há certos veículos que mais parecem assessoria de imprensa da Prefeitura.
O crime tem motivação política. É por aí que devem iniciar as investigações. Marcelino era bastante contudente na defesa da moralidade política.
Esta questão também leva a baila a discussão sobre a segurança pública. A insegurança máxima que vive esta cidade aumentou a partir do mandato do ex-prefeito João Rodrigues. Ele que semeou o ódio, destilou o preconceito contra o PT e o PCdoB, diminuiu os investimentos na área social, na educação, dividiu a cidade, deixou de negociar com o SITESPM no caso do serviço público municipal, e todas as vezes que alguém se insurgia, ele invadia (pelo telefone) as programações (lembro de um embate com o próprio vereador Marcelino, na rádio Super Condá).
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
O mundo em um dia
Ministério Público acusa Kassab
Comentário do blogueiro (esse vem antes do texto:A corrupção do PSD começou antes de o partido começar. Fisiologista, setores de direita que não querem mais ser totalmente oposição (viram que o Lula e a Dilma "amassaram o PSDB). Vale lembrar que em SC esse é o partido do governador Colombo (inimigo da educação), do João Rodrigues (aquele que não tem educação, a farsa de boa administração em Chapecó) e de (pasmem) Paulinho Bornhausen, o filhinho do Kaiser.
Saiu no Estadão:
MP pede afastamento de Kassab por fraude na inspeção veicular em SP
Ação diz que projeto foi executado de por meio de dados falsos e pede devolução de dinheiro
SÃO PAULO – O Ministério Público Estadual (MPE) pediu no início da tarde desta quinta-feira, 24, o afastamento de Gilberto Kassab (PSD) do cargo de prefeito de São Paulo. Kassab, o secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, Eduardo Jorge, seis empresas – entre elas a CCR e a Controlar – e 13 empresários são acusados de participar do que seria uma fraude bilionária: o contrato da inspeção veicular em São Paulo.
A ação da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social pede o bloqueio dos bens dos envolvidos, a perda dos direitos políticos e a condenação por improbidade administrativa dos acusados.
O valor da causa dado pelos promotores Roberto de Almeida Costa e Marcelo Daneluzzi é de R$ 1,05 bilhão. A ação pede a suspensão imediata da inspeção veicular, a devolução dos valores de multas cobradas dos moradores de São Paulo, além de indenização por danos morais aos donos de veículos.
O problema, segundo o MPE não é a ideia da inspeção, mas a forma como ela foi executada na cidade. Desde a constituição da empresa Controlar até as sucessivas prorrogações do contrato teriam sido feitas por meio de fraudes, como a apresentação de garantias falsas, documentos e informações falsas e, além de possíveis fraudes tributárias e fiscais. A ação foi apresentada no Fórum Helly Lopes Meireles, sede das Varas da Fazenda Pública de São Paulo.
Outro lado. A Controlar diz que ainda não foi notificada sobre a ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público. Segundo a empresa, a concessionária prestou todos os esclarecimentos solicitados pela Promotoria e teria assim comprovado a “lisura na implementação e no cumprimento do contrato de concessão.”
Entre os benefícios do contrato declarados pela Controlar, estão uma economia de R$ 78 milhões para o sistema de saúde municipal por causa da redução da poluição veicular.
Gilberto Kassab é o resultado de uma virtuosa inseminação artificial: ele é filho de Celso Pitta e de Padim Pade Cerra.
(O Dr. Abdelmassih não tem nada a ver com isso. Os crimes dele – não é isso, Ministro Gimar ? – são outros. Muitos.)
Deu nisso.
Kassab já esteve na mira da Justiça, quando se descobriu que a industria da construção civil de São Paulo – cidade que tem a mais extensa e criminosa linha de prédios do mundo – financiou a campanha dele de forma, no mínimo, esquisita.
Qualquer motorista de São Paulo sabe que essa inspeça veicular é uma arapuca.
É uma barretada aos Verdes.
E os Verdes de São Paulo, como sabe a Bláblárina,. não se deve levar para um jantar em familia.
Em tempo: quando a Bláblárina vai contar o que achou no armário do Partido Verde de São Paulo ?
Paulo Henrique Amorim
Disponível em:http://www.conversaafiada.com.br/politica/2011/11/24/ministerio-publico-acusa-kassab-de-fraude-bilionaria/. Acesso em:25/11/2011
Saiu no Estadão:
MP pede afastamento de Kassab por fraude na inspeção veicular em SP
Ação diz que projeto foi executado de por meio de dados falsos e pede devolução de dinheiro
SÃO PAULO – O Ministério Público Estadual (MPE) pediu no início da tarde desta quinta-feira, 24, o afastamento de Gilberto Kassab (PSD) do cargo de prefeito de São Paulo. Kassab, o secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, Eduardo Jorge, seis empresas – entre elas a CCR e a Controlar – e 13 empresários são acusados de participar do que seria uma fraude bilionária: o contrato da inspeção veicular em São Paulo.
A ação da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social pede o bloqueio dos bens dos envolvidos, a perda dos direitos políticos e a condenação por improbidade administrativa dos acusados.
O valor da causa dado pelos promotores Roberto de Almeida Costa e Marcelo Daneluzzi é de R$ 1,05 bilhão. A ação pede a suspensão imediata da inspeção veicular, a devolução dos valores de multas cobradas dos moradores de São Paulo, além de indenização por danos morais aos donos de veículos.
O problema, segundo o MPE não é a ideia da inspeção, mas a forma como ela foi executada na cidade. Desde a constituição da empresa Controlar até as sucessivas prorrogações do contrato teriam sido feitas por meio de fraudes, como a apresentação de garantias falsas, documentos e informações falsas e, além de possíveis fraudes tributárias e fiscais. A ação foi apresentada no Fórum Helly Lopes Meireles, sede das Varas da Fazenda Pública de São Paulo.
Outro lado. A Controlar diz que ainda não foi notificada sobre a ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público. Segundo a empresa, a concessionária prestou todos os esclarecimentos solicitados pela Promotoria e teria assim comprovado a “lisura na implementação e no cumprimento do contrato de concessão.”
Entre os benefícios do contrato declarados pela Controlar, estão uma economia de R$ 78 milhões para o sistema de saúde municipal por causa da redução da poluição veicular.
Gilberto Kassab é o resultado de uma virtuosa inseminação artificial: ele é filho de Celso Pitta e de Padim Pade Cerra.
(O Dr. Abdelmassih não tem nada a ver com isso. Os crimes dele – não é isso, Ministro Gimar ? – são outros. Muitos.)
Deu nisso.
Kassab já esteve na mira da Justiça, quando se descobriu que a industria da construção civil de São Paulo – cidade que tem a mais extensa e criminosa linha de prédios do mundo – financiou a campanha dele de forma, no mínimo, esquisita.
Qualquer motorista de São Paulo sabe que essa inspeça veicular é uma arapuca.
É uma barretada aos Verdes.
E os Verdes de São Paulo, como sabe a Bláblárina,. não se deve levar para um jantar em familia.
Em tempo: quando a Bláblárina vai contar o que achou no armário do Partido Verde de São Paulo ?
Paulo Henrique Amorim
Disponível em:http://www.conversaafiada.com.br/politica/2011/11/24/ministerio-publico-acusa-kassab-de-fraude-bilionaria/. Acesso em:25/11/2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Imagem do vazamento de petróleo na Bacia de Campos
Disponível em:http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/meioambiente/chevron-pode-ter-de-pagar-r-100-milhoes-apos-vazamento/n1597376621573.html. Acesso em:23/11/2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
20 de Novembro: Dia Nacional da Consciência Negra
Na história do nosso país, não há como negar a presença (e as condições desta), a sua influência e, sobretudo, o “produto” de sua miscigenação... Os “índios” eram os povos nativos, os portugueses foram os nossos colonizadores e os negros africanos, imigrantes forçados e submetidos ao trabalho escravo imposto pelo branco.
A miscigenação destes três grupos étnicos deu origem a nossa sociedade. Daí, ser hipocrisia da nossa parte, a negação desta mistura e que o povo brasileiro é fruto da história do nosso país.
E, mesmo que alguém queira negar, os dados estáticos, oficiais (Censo 2010), ratificam o perfil da nossa sociedade, de grande diversidade cultural, baseada nesta trajetória histórica marcada, sobretudo, pela imposição de poder e de domínio sobre as suas terras e os povos já existentes (relação do colonizador europeu x os povos indígenas no Século XVI); a imposição de poder (mais uma vez), o tráfico e trabalho escravo no Brasil, dos quais os africanos foram submetidos em um período de tempo que durou de 1530 a 1888. Em 1850, a Lei Eusébio de Queiroz extinguiu o tráfico negreiro, mas, somente, no dia 13 de maio de 1888, a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea, abolindo a escravatura no Brasil.
Sendo assim é inegável que a população brasileira, estimada em 190, 75 milhões de habitantes, é muito diversa por esta miscigenação de povos distintos, assim como também pela contribuição dos fluxos de imigrantes que ocorreram no país desde o Século XIX.
Para efeito do levantamento demográfico, baseado na raça e cor de pele, o IBGE considera 5 categorias no Brasil, a saber: branco, indígenas, preto, pardo e amarelo. E os resultados do Censo 2010 comprovam que a população brasileira tem a seguinte composição:
. Brancos (91 milhões de habitantes);
. Preto (14,5 milhões de habitantes);
. Pardos (82,2 milhões de habitantes);
. Amarelos (2 milhões de habitantes);
. Indígenas (817,9 mil habitantes).
Trocando em miúdos...
A soma entre pretos, pardos, amarelos e indígenas (cerca de 99,5 milhões) supera a população branca (91 milhões) em nosso país, sendo o pardo, o segundo maior grupo (raça/cor) que compõe a nossa sociedade, com 82, 2 milhões de pessoas declarantes (atrás da população branca).
Para quem desconhece a terminologia “parda” é utilizada para definir o segmento da população multirracial, ou seja, fruto da miscigenação (mistura) entre os povos de origem indígena, branco e negro, tais como eram denominados, antigamente, os descendentes de brancos e negros (mulatos), de brancos e indígenas (caboclos e mamelucos) e de pretos e indígenas (cafuzos).
Neste sentido e, em comemoração à data de hoje, Dia Nacional da Consciência Negra, a minha intenção é ratificar a importância do negro na composição da nossa sociedade e, mais do que nunca, enfatizar que o racismo, seja contra o negro ou qualquer outro grupo é – antes de qualquer coisa – renegar a nossa própria origem, ou seja, da população brasileira.
A origem da escolha do Dia Nacional da Consciência Negra remonta o início dos anos 70 (Século XX), quando um grupo de seis pessoas em Porto Alegre (Rio Grande do Sul), engajados no movimento negro, resolveu homenagear a luta da comunidade negra brasileira.
A escolha do dia 20 de novembro foi uma sugestão do militante do grupo, poeta e professor de Português, Oliveira Silveira, em tributo a Zumbi e ao Quilombo dos Palmares, respectivamente, nomes do líder e do maior quilombo do Brasil colonial, localizado na Serra da Barriga, cuja área situava-se na antiga Capitania de Pernambuco e que, hoje, faz parte do município União dos Palmares, no estado de Alagoas.
De acordo com o mesmo, esta data teria maior expressividade para a comunidade negra brasileira em detrimento a que se comemora a Abolição dos Escravos, assinada no dia 13 de maio de 1888, pela Princesa Isabel.
Disponível em:http://marlivieira.blogspot.com/2011/11/20-de-novembro-dia-nacional-da.html. Acesso em:21/11/2011
A miscigenação destes três grupos étnicos deu origem a nossa sociedade. Daí, ser hipocrisia da nossa parte, a negação desta mistura e que o povo brasileiro é fruto da história do nosso país.
E, mesmo que alguém queira negar, os dados estáticos, oficiais (Censo 2010), ratificam o perfil da nossa sociedade, de grande diversidade cultural, baseada nesta trajetória histórica marcada, sobretudo, pela imposição de poder e de domínio sobre as suas terras e os povos já existentes (relação do colonizador europeu x os povos indígenas no Século XVI); a imposição de poder (mais uma vez), o tráfico e trabalho escravo no Brasil, dos quais os africanos foram submetidos em um período de tempo que durou de 1530 a 1888. Em 1850, a Lei Eusébio de Queiroz extinguiu o tráfico negreiro, mas, somente, no dia 13 de maio de 1888, a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea, abolindo a escravatura no Brasil.
Sendo assim é inegável que a população brasileira, estimada em 190, 75 milhões de habitantes, é muito diversa por esta miscigenação de povos distintos, assim como também pela contribuição dos fluxos de imigrantes que ocorreram no país desde o Século XIX.
Para efeito do levantamento demográfico, baseado na raça e cor de pele, o IBGE considera 5 categorias no Brasil, a saber: branco, indígenas, preto, pardo e amarelo. E os resultados do Censo 2010 comprovam que a população brasileira tem a seguinte composição:
. Brancos (91 milhões de habitantes);
. Preto (14,5 milhões de habitantes);
. Pardos (82,2 milhões de habitantes);
. Amarelos (2 milhões de habitantes);
. Indígenas (817,9 mil habitantes).
Trocando em miúdos...
A soma entre pretos, pardos, amarelos e indígenas (cerca de 99,5 milhões) supera a população branca (91 milhões) em nosso país, sendo o pardo, o segundo maior grupo (raça/cor) que compõe a nossa sociedade, com 82, 2 milhões de pessoas declarantes (atrás da população branca).
Para quem desconhece a terminologia “parda” é utilizada para definir o segmento da população multirracial, ou seja, fruto da miscigenação (mistura) entre os povos de origem indígena, branco e negro, tais como eram denominados, antigamente, os descendentes de brancos e negros (mulatos), de brancos e indígenas (caboclos e mamelucos) e de pretos e indígenas (cafuzos).
Neste sentido e, em comemoração à data de hoje, Dia Nacional da Consciência Negra, a minha intenção é ratificar a importância do negro na composição da nossa sociedade e, mais do que nunca, enfatizar que o racismo, seja contra o negro ou qualquer outro grupo é – antes de qualquer coisa – renegar a nossa própria origem, ou seja, da população brasileira.
A origem da escolha do Dia Nacional da Consciência Negra remonta o início dos anos 70 (Século XX), quando um grupo de seis pessoas em Porto Alegre (Rio Grande do Sul), engajados no movimento negro, resolveu homenagear a luta da comunidade negra brasileira.
A escolha do dia 20 de novembro foi uma sugestão do militante do grupo, poeta e professor de Português, Oliveira Silveira, em tributo a Zumbi e ao Quilombo dos Palmares, respectivamente, nomes do líder e do maior quilombo do Brasil colonial, localizado na Serra da Barriga, cuja área situava-se na antiga Capitania de Pernambuco e que, hoje, faz parte do município União dos Palmares, no estado de Alagoas.
De acordo com o mesmo, esta data teria maior expressividade para a comunidade negra brasileira em detrimento a que se comemora a Abolição dos Escravos, assinada no dia 13 de maio de 1888, pela Princesa Isabel.
Disponível em:http://marlivieira.blogspot.com/2011/11/20-de-novembro-dia-nacional-da.html. Acesso em:21/11/2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Viva La Vida (Coldplay)
Para quem assistiu a banda inglesa de Londres, Colplay, no Rock in Rio, vai a letra e a tradução de Viva La Vita. Dentre as principais canções, está esta e mais The Scientist, Cloks, enfim. A música Viva la Vita, envolve discussões históricas sobre reis, citando passagens biblícas, os sinos de Jerusalém, a Cavalaria Romana. Discute questões relacionadas aos artifícios para chegar e manter-se no poder, a falta da honestidade, as revoluções, porém há certos mistérios na interpretação da música. Não se pode ter clareza se é citada uma monarquia em específico, ou se discutem várias monarquias, ou vários governos, em todos os contextos históricos. Mas enfim, uma boa música, que eu gosto muito. Cesar Capitanio, o blogueiro.
Viva La Vida Coldplay
I used to rule the world
Seas would rise when I gave the word
Now in the morning I sleep alone
Sweep the streets that I used to own
I used to roll the dice
Feel the fear in my enemy's eyes
Listen as the crowd would sing:
"Now the old king is dead!
Long live the king!"
One minute I held the key
Next the walls were closed on me
And I discovered that my castles stand
Upon pillars of salt and pillars of sand
I hear Jerusalem bells are ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
Once you go there was never
Never an honest word
That was when I ruled the world
It was the wicked and wild wind
Blew down the doors to let me in
Shattered windows and the sound of drums
People couldn't believe what I'd become
Revolutionaries wait
For my head on a silver plate
Just a puppet on a lonely string
Oh who would ever want to be king?
I hear Jerusalem bells a ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
I know Saint Peter won't call my name
Never an honest word
But that was when I ruled the world
I hear Jerusalem bells a ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
I know Saint Peter will call my name
Never an honest word
But that was when I ruled the world
Revisar tradução Cancelar Salvar
Eu costumava dominar o mundo
Mares se agitavam ao meu comando
Agora, pela manhã, durmo sozinho
Varro as ruas que costumava possuir
Eu costumava jogar os dados
Sentia o medo nos olhos dos meus inimigos
Ouvia como o povo cantava:
"Agora o velho rei está morto!
Vida longa ao rei!"
Um minuto eu detinha a chave
Depois as paredes se fechavam em mim
E percebi que meu castelo estava erguido
Sobre pilares de sal e pilares de areia
Eu ouço os sinos de Jerusalém tocando
Os corais da cavalaria romana cantando
Seja meu espelho, minha espada e escudo
Meus missionários em uma terra estrangeira
Por um motivo que eu não sei explicar
Quando você se foi não havia
Não havia uma palavra honesta
Era assim, quando eu dominava o mundo
Foi o terrível e selvagem vento
Que derrubou as portas para que eu entrasse
Janelas destruídas e o som de tambores
O povo não poderia acreditar no que me tornei
Revolucionários esperam
Pela minha cabeça em um prato de prata
Apenas uma marionete em uma solitária corda
Oh, quem realmente ia querer ser rei?
Eu ouço os sinos de Jerusalém tocando
Os corais da cavalaria romana cantando
Seja meu espelho, minha espada e escudo
Meus missionários em uma terra estrangeira
Por um motivo que eu não sei explicar
Eu sei que São Pedro não chamará meu nome
Nunca uma palavra honesta
Mas, isso foi quando eu dominava o mundo
Eu ouço os sinos de Jerusalém tocando
Os corais da cavalaria romana cantando
Seja meu espelho, minha espada e escudo
Meus missionários em uma terra estrangeira
Por um motivo que eu não sei explicar
Eu sei que São Pedro chamará meu nome
Nunca uma palavra honesta
Mas, isso foi quando eu dominava o mundo
Disponível em: http://www.vagalume.com.br/coldplay/viva-la-vida-traducao.html#ixzz1e3lUeOgd. Acesso em:18/11/2011
Viva La Vida Coldplay
I used to rule the world
Seas would rise when I gave the word
Now in the morning I sleep alone
Sweep the streets that I used to own
I used to roll the dice
Feel the fear in my enemy's eyes
Listen as the crowd would sing:
"Now the old king is dead!
Long live the king!"
One minute I held the key
Next the walls were closed on me
And I discovered that my castles stand
Upon pillars of salt and pillars of sand
I hear Jerusalem bells are ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
Once you go there was never
Never an honest word
That was when I ruled the world
It was the wicked and wild wind
Blew down the doors to let me in
Shattered windows and the sound of drums
People couldn't believe what I'd become
Revolutionaries wait
For my head on a silver plate
Just a puppet on a lonely string
Oh who would ever want to be king?
I hear Jerusalem bells a ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
I know Saint Peter won't call my name
Never an honest word
But that was when I ruled the world
I hear Jerusalem bells a ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
I know Saint Peter will call my name
Never an honest word
But that was when I ruled the world
Revisar tradução Cancelar Salvar
Eu costumava dominar o mundo
Mares se agitavam ao meu comando
Agora, pela manhã, durmo sozinho
Varro as ruas que costumava possuir
Eu costumava jogar os dados
Sentia o medo nos olhos dos meus inimigos
Ouvia como o povo cantava:
"Agora o velho rei está morto!
Vida longa ao rei!"
Um minuto eu detinha a chave
Depois as paredes se fechavam em mim
E percebi que meu castelo estava erguido
Sobre pilares de sal e pilares de areia
Eu ouço os sinos de Jerusalém tocando
Os corais da cavalaria romana cantando
Seja meu espelho, minha espada e escudo
Meus missionários em uma terra estrangeira
Por um motivo que eu não sei explicar
Quando você se foi não havia
Não havia uma palavra honesta
Era assim, quando eu dominava o mundo
Foi o terrível e selvagem vento
Que derrubou as portas para que eu entrasse
Janelas destruídas e o som de tambores
O povo não poderia acreditar no que me tornei
Revolucionários esperam
Pela minha cabeça em um prato de prata
Apenas uma marionete em uma solitária corda
Oh, quem realmente ia querer ser rei?
Eu ouço os sinos de Jerusalém tocando
Os corais da cavalaria romana cantando
Seja meu espelho, minha espada e escudo
Meus missionários em uma terra estrangeira
Por um motivo que eu não sei explicar
Eu sei que São Pedro não chamará meu nome
Nunca uma palavra honesta
Mas, isso foi quando eu dominava o mundo
Eu ouço os sinos de Jerusalém tocando
Os corais da cavalaria romana cantando
Seja meu espelho, minha espada e escudo
Meus missionários em uma terra estrangeira
Por um motivo que eu não sei explicar
Eu sei que São Pedro chamará meu nome
Nunca uma palavra honesta
Mas, isso foi quando eu dominava o mundo
Disponível em: http://www.vagalume.com.br/coldplay/viva-la-vida-traducao.html#ixzz1e3lUeOgd. Acesso em:18/11/2011
Assinar:
Postagens (Atom)



