General e político líbio (9/1942-). Nasce em Sirte, segue carreira militar e aos 23 anos torna-se oficial pela Academia Militar da Líbia. Em 1969 lidera um golpe militar que derruba a monarquia pró-Ocidente da Líbia, comandada pelo rei Idris I.
Até 1977 preside o Conselho do Comando Revolucionário da Líbia. Confisca os bens das comunidades italiana e judaica, nacionaliza empresas estrangeiras e impõe uma ditadura militar. Em 1977 torna-se secretário-geral do Congresso Geral do Povo - único partido reconhecido pela Constituição promulgada naquele ano - e presidente do país.
Combina nacionalismo extremado com radicalismo religioso, defendendo um socialismo islâmico. Partidário da união dos países de língua e civilização árabes, empreende uma política de intervenção, sobretudo nos países africanos. Em nome da causa palestina, patrocina ações terroristas no Oriente Médio e na Europa.
Muammar KadafiEm 1991, os líbios são acusados do atentado a bomba que em 1988 explodira um jato da Pan American em Lockerbie, na Escócia, matando 270 pessoas. O Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) impõe embargo aéreo à Líbia. Nos anos 90, Kadafi modera a ação política.
Abre a economia ao capital estrangeiro, inicia privativações e, a partir de 1993, combate o fundamentalismo islâmico, ao romper com o Irã, que apóia grupos extremistas. Em 1999, a ONU suspende as sanções e Kadafi visita a África do Sul, sua primeira viagem oficial ao exterior.
Disponível em:http://www.algosobre.com.br/biografias/muammar-kadafi.html. Acesso em 09/09/2011
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sexta-feira, 9 de setembro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Por que a grande imprensa tem medo de ser regulada?
Disponível em:http://www.conversaafiada.com.br/pig/2011/09/05/por-que-o-pt-so-agora-quer-a-ley-de-medios-o-bernardo/. Acesso em: 06/09/2011
A Rede Globo sempre andou de mãos dadas com o poder, omitindo informações, fazendo jornalismo que manipula (inclusive resultados eleitorais). E na mídia impressa, tem o pasquim tucano Veja, que é extremamente marrom.Ver documentário "Muito além do Cidadão Kane", produção britânica, que com controvérsias se afirma ser produzido pelo Channel 4 ou pela BBC.Está disponível no youtube- http://www.youtube.com/watch?v=JA9bPyd1RKQ
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Pagamento por Serviços Ambientais (PSA)
Por Caroline Faria
“Queremos inverter a visão de que cortar e vender dá dinheiro para a visão de que conservar dá dinheiro.” Carlos Minc – Ministro do Meio Ambiente.
Você já parou para pensar quanto vale uma floresta em pé? Até bem pouco tempo atrás eram levados em consideração nesta conta apenas os valores referentes à exploração dos bens florestais presentes em um determinado local, como a madeira que pode ser extraída e vendida, os insumos florestais e a utilização da área em atividades agropecuárias ou comerciais. Porém, uma nova abordagem vem ganhando cada vez mais espaço nas agendas de governos de diversos países: a de que devemos pagar, também, pelos chamados “serviços ambientais”.
Sob a perspectiva dessa nova abordagem, uma floresta em pé é muito mais do que madeira para ser extraída e vendida. Ela é também a fonte do oxigênio que respiramos, sumidouro de gás carbônico, protetora do solo e das águas, e mantenedora da diversidade biológica, fundamental à manutenção de um ecossistema equilibrado. Todos estes “serviços” prestados pela floresta então, deveriam ser levados em consideração pelos proprietários de terras antes de optarem pela derrubada de áreas de floresta para dar espaço às atividades comerciais, teoricamente, mais rentáveis. Mas, para isso, é necessário transformar a preservação dessas áreas em algo financeiramente mais atrativo do que sua exploração. É aí que entram os Pagamentos por Serviços Ambientais, ou PSA.
Para que seja possível remunerar proprietários de terras pela conservação ambiental é necessário que se busquem recursos. E aí vem a pergunta: quem irá pagar por estes serviços? Todos nós que usufruímos deles, é claro. No Brasil os recursos são gerados em parte pela cobrança pelo uso da água onde as verbas arrecadadas são destinadas para projetos que visem à proteção de bacias hidrográficas. Em alguns Estados, parte do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) é destinada a projetos de conservação ambiental, é o chamado ICMS Ecológico. Existem projetos de lei que também visam aplicar parte do Imposto de Renda em projetos ambientais. Além de Fundos específicos como o Fundo Amazônia, o Fundo de Recursos Hídricos e o Fundo Clima, que ainda está em fase de aprovação e prevê a geração de R$900 milhões de reais por ano para o combate à desertificação na região nordeste (Fonte: Agência Brasil).
Especialistas encaram o pagamento por serviços ambientais como uma forma eficiente de incentivar a preservação ambiental uma vez que concilia atividades de preservação com geração de renda principalmente no meio rural onde, geralmente, a manutenção de áreas preservadas é encarada como prejuízo pelos produtores que têm sua área produtiva diminuída pelas áreas de reserva legal e de preservação permanente. A ONU (Organização das Nações Unidas), por meio da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) publicou um relatório, em 2008, onde defende o PSA como principal maneira de evitar a pressão da agricultura, que tende a aumentar cada vez mais, sobre as áreas de florestas.
Por outro lado, há aqueles que defendem que não se deve pagar por algo que é uma obrigação de todos prevista em lei: preservar o meio ambiente. Estes ainda argumentam que há um enorme risco em se remunerar os proprietários para que realizem a preservação de florestas na Amazônia, por exemplo, onde há uma grande quantidade de grileiros e madeireiros. Quem garante que eles realmente deixarão de destruir a floresta como tem feito até então apenas por receber por isso?
Outro ponto polêmico do PSA é sobre quem deve receber os recursos.
Há quem defenda o PSA apenas para produtores que mantiverem intactas suas áreas de florestas, ou seja, que estejam de acordo com a legislação. Porém, dessa forma, ficariam de fora do PSA produtores que poderiam realizar projetos de recuperação de áreas e de reflorestamento, o que, segundo o Diretor-executivo do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), Humberto Ditt, tornaria praticamente nula a realização desse tipo de projeto em locais como o Estado de São Paulo, por exemplo, onde restam apenas 8% da cobertura florestal original.
Na prática
As primeiras iniciativas neste sentido surgiram na década de 90 na Costa Rica que criou um sistema de taxação do combustível para, com os recursos arrecadados, remunerar proprietários de terras preservadas. Junto com a Costa Rica, apenas México e Equador possuem políticas públicas consolidadas de PSA, mas existem iniciativas neste sentido no mundo todo do Japão aos EUA.
Por aqui a idéia ainda é nova, mas já vem gerando frutos. O Programa Produtor de Água da Agência Nacional de Águas (ANA) já remunera proprietários de terras que preservam suas propriedades nas bacias hidrográficas do Rio Guandu, no Rio de Janeiro, no sul de Minas Gerais, na bacia do Rio Jaguari que abastece o Sistema Cantareira, nas Microbacias do Rio Moinho e do Rio Cancã, em Joanópolis (SP) e Nazaré Paulista (SP), na Bacia do Ribeirão Piripau no Distrito Federal e no Espírito Santo, na bacia do Rio Benevente.
Neste último projeto, que tem previsão de expansão para todo o Estado, já são realizados pagamentos no valor de R$36.966,10 por ano para 13 proprietários que respondem por uma área de 272,21 hectares preservados. Os recursos para o PSA, neste caso, vêm em parte de royalties do petróleo e gás natural (3% dos royalties) e de 100% da compensação ambiental de empreendimentos hidrelétricos que são repassados ao Estado (Fonte: Ecodebate).
Também está sendo lançado em Belo Horizonte (MG) um projeto de PSA Urbano que visa remunerar os catadores de materiais recicláveis com base na quantidade de gás carbônico que deixará de ser emitida para a atmosfera pela reciclagem dos resíduos coletados por eles.
Os Pagamentos por Serviços Ambientais também podem incluir modalidades como a comercialização de créditos de carbono, o ICMS Ecológico, o Imposto de Renda Ecológico (ainda em fase de criação), a Compensação Ambiental, Reposição Florestal, a isenção de impostos para Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) e o Programa de Desenvolvimento Socioambiental da Produção Familiar (Proambiente), criado em 2000, e que premia produtores rurais que adotam práticas sustentáveis em suas fazenda com um terço de salário mínimo.
Por aqui, também está em votação no congresso um Projeto de Lei que cria o Programa Federal de Pagamento por Serviços Ambientais para regulamentar as práticas neste sentido, além de criar um Fundo Federal de Pagamento por Serviços Ambientais que receberá recursos de doações e da participação especial dos lucros do petróleo.
Fontes:
http://ambiente.hsw.uol.com.br/pagamento-servicos-ambientais.htm
http://www.ana.gov.br/produagua/ProjetoProdutorES/tabid/713/Default.aspx
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/03/03/materia.2009-03-03.7962026115/view
http://invertia.terra.com.br/sustentabilidade/interna/0,,OI3689584-EI10432,00.html
http://www.abril.com.br/noticias/economia/pagamento-servicos-ambientais-542024.shtml
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/09/19/materia.2009-09-19.0881094754/view
http://www.ecodebate.com.br/2009/09/28/primeiras-iniciativas-de-pagamento-por-servicos-ambientais-saem-do-papel-em-diversas-regioes-do-pais/
Disponível em:http://www.infoescola.com/ecologia/pagamento-por-servicos-ambientais-psa/. Acesso em:05/09/2011
Disponível em:http://static.infoescola.com/wp-content/uploads/2009/10/floresta.jpg. Acesso em:05/09/2011
“Queremos inverter a visão de que cortar e vender dá dinheiro para a visão de que conservar dá dinheiro.” Carlos Minc – Ministro do Meio Ambiente.
Você já parou para pensar quanto vale uma floresta em pé? Até bem pouco tempo atrás eram levados em consideração nesta conta apenas os valores referentes à exploração dos bens florestais presentes em um determinado local, como a madeira que pode ser extraída e vendida, os insumos florestais e a utilização da área em atividades agropecuárias ou comerciais. Porém, uma nova abordagem vem ganhando cada vez mais espaço nas agendas de governos de diversos países: a de que devemos pagar, também, pelos chamados “serviços ambientais”.
Sob a perspectiva dessa nova abordagem, uma floresta em pé é muito mais do que madeira para ser extraída e vendida. Ela é também a fonte do oxigênio que respiramos, sumidouro de gás carbônico, protetora do solo e das águas, e mantenedora da diversidade biológica, fundamental à manutenção de um ecossistema equilibrado. Todos estes “serviços” prestados pela floresta então, deveriam ser levados em consideração pelos proprietários de terras antes de optarem pela derrubada de áreas de floresta para dar espaço às atividades comerciais, teoricamente, mais rentáveis. Mas, para isso, é necessário transformar a preservação dessas áreas em algo financeiramente mais atrativo do que sua exploração. É aí que entram os Pagamentos por Serviços Ambientais, ou PSA.
Para que seja possível remunerar proprietários de terras pela conservação ambiental é necessário que se busquem recursos. E aí vem a pergunta: quem irá pagar por estes serviços? Todos nós que usufruímos deles, é claro. No Brasil os recursos são gerados em parte pela cobrança pelo uso da água onde as verbas arrecadadas são destinadas para projetos que visem à proteção de bacias hidrográficas. Em alguns Estados, parte do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) é destinada a projetos de conservação ambiental, é o chamado ICMS Ecológico. Existem projetos de lei que também visam aplicar parte do Imposto de Renda em projetos ambientais. Além de Fundos específicos como o Fundo Amazônia, o Fundo de Recursos Hídricos e o Fundo Clima, que ainda está em fase de aprovação e prevê a geração de R$900 milhões de reais por ano para o combate à desertificação na região nordeste (Fonte: Agência Brasil).
Especialistas encaram o pagamento por serviços ambientais como uma forma eficiente de incentivar a preservação ambiental uma vez que concilia atividades de preservação com geração de renda principalmente no meio rural onde, geralmente, a manutenção de áreas preservadas é encarada como prejuízo pelos produtores que têm sua área produtiva diminuída pelas áreas de reserva legal e de preservação permanente. A ONU (Organização das Nações Unidas), por meio da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) publicou um relatório, em 2008, onde defende o PSA como principal maneira de evitar a pressão da agricultura, que tende a aumentar cada vez mais, sobre as áreas de florestas.
Por outro lado, há aqueles que defendem que não se deve pagar por algo que é uma obrigação de todos prevista em lei: preservar o meio ambiente. Estes ainda argumentam que há um enorme risco em se remunerar os proprietários para que realizem a preservação de florestas na Amazônia, por exemplo, onde há uma grande quantidade de grileiros e madeireiros. Quem garante que eles realmente deixarão de destruir a floresta como tem feito até então apenas por receber por isso?
Outro ponto polêmico do PSA é sobre quem deve receber os recursos.
Há quem defenda o PSA apenas para produtores que mantiverem intactas suas áreas de florestas, ou seja, que estejam de acordo com a legislação. Porém, dessa forma, ficariam de fora do PSA produtores que poderiam realizar projetos de recuperação de áreas e de reflorestamento, o que, segundo o Diretor-executivo do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), Humberto Ditt, tornaria praticamente nula a realização desse tipo de projeto em locais como o Estado de São Paulo, por exemplo, onde restam apenas 8% da cobertura florestal original.
Na prática
As primeiras iniciativas neste sentido surgiram na década de 90 na Costa Rica que criou um sistema de taxação do combustível para, com os recursos arrecadados, remunerar proprietários de terras preservadas. Junto com a Costa Rica, apenas México e Equador possuem políticas públicas consolidadas de PSA, mas existem iniciativas neste sentido no mundo todo do Japão aos EUA.
Por aqui a idéia ainda é nova, mas já vem gerando frutos. O Programa Produtor de Água da Agência Nacional de Águas (ANA) já remunera proprietários de terras que preservam suas propriedades nas bacias hidrográficas do Rio Guandu, no Rio de Janeiro, no sul de Minas Gerais, na bacia do Rio Jaguari que abastece o Sistema Cantareira, nas Microbacias do Rio Moinho e do Rio Cancã, em Joanópolis (SP) e Nazaré Paulista (SP), na Bacia do Ribeirão Piripau no Distrito Federal e no Espírito Santo, na bacia do Rio Benevente.
Neste último projeto, que tem previsão de expansão para todo o Estado, já são realizados pagamentos no valor de R$36.966,10 por ano para 13 proprietários que respondem por uma área de 272,21 hectares preservados. Os recursos para o PSA, neste caso, vêm em parte de royalties do petróleo e gás natural (3% dos royalties) e de 100% da compensação ambiental de empreendimentos hidrelétricos que são repassados ao Estado (Fonte: Ecodebate).
Também está sendo lançado em Belo Horizonte (MG) um projeto de PSA Urbano que visa remunerar os catadores de materiais recicláveis com base na quantidade de gás carbônico que deixará de ser emitida para a atmosfera pela reciclagem dos resíduos coletados por eles.
Os Pagamentos por Serviços Ambientais também podem incluir modalidades como a comercialização de créditos de carbono, o ICMS Ecológico, o Imposto de Renda Ecológico (ainda em fase de criação), a Compensação Ambiental, Reposição Florestal, a isenção de impostos para Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) e o Programa de Desenvolvimento Socioambiental da Produção Familiar (Proambiente), criado em 2000, e que premia produtores rurais que adotam práticas sustentáveis em suas fazenda com um terço de salário mínimo.
Por aqui, também está em votação no congresso um Projeto de Lei que cria o Programa Federal de Pagamento por Serviços Ambientais para regulamentar as práticas neste sentido, além de criar um Fundo Federal de Pagamento por Serviços Ambientais que receberá recursos de doações e da participação especial dos lucros do petróleo.
Fontes:
http://ambiente.hsw.uol.com.br/pagamento-servicos-ambientais.htm
http://www.ana.gov.br/produagua/ProjetoProdutorES/tabid/713/Default.aspx
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/03/03/materia.2009-03-03.7962026115/view
http://invertia.terra.com.br/sustentabilidade/interna/0,,OI3689584-EI10432,00.html
http://www.abril.com.br/noticias/economia/pagamento-servicos-ambientais-542024.shtml
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/09/19/materia.2009-09-19.0881094754/view
http://www.ecodebate.com.br/2009/09/28/primeiras-iniciativas-de-pagamento-por-servicos-ambientais-saem-do-papel-em-diversas-regioes-do-pais/
Disponível em:http://www.infoescola.com/ecologia/pagamento-por-servicos-ambientais-psa/. Acesso em:05/09/2011
Disponível em:http://static.infoescola.com/wp-content/uploads/2009/10/floresta.jpg. Acesso em:05/09/2011
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Gérard Moss e os Rios Voadores
Retornamos agora, 11:00 do dia 02/09/2011, do Centro Eventos de Chapecó. Foram levados os alunos da turma 82 da Escola Municipal Jardim do Lago, para ver a exposição Rios Voadores. Além de muito interessante, importante e dinâmica, admirável a simplicidade e a simpatia do aviador e pesquisador Gérard Moss. Só uma pena que o balão da expedição não estar no pátio, chamaria atenção dos alunos (parece que o vento estava muito forte e seria perigoso inflá-lo)
Disponível em:http://www.google.com.br/imgres?q=rios+voadores&start=25&num=10&um=1&hl=pt-BR&biw=1366&bih=675&tbm=isch&tbnid=JoOxCv0_nH_3yM:&imgrefurl=http://www.riosvoadores.com.br/educacional/component/content/article/179&docid=lPV1zPdhDtkZgM&w=600&h=424&ei=seJgTrTyMoHQgAet4fSZAQ&zoom=1&iact=rc&dur=428&sqi=2&page=2&tbnh=157&tbnw=232&ndsp=15&ved=1t:429,r:4,s:25&tx=91&ty=87. Acesso em:02/09/2011
Gérard Moss e Margi Moss
Disponível em:http://www.google.com.br/imgres?q=rios+voadores&start=25&num=10&um=1&hl=pt-BR&biw=1366&bih=675&tbm=isch&tbnid=cvE7xKBFV3e_BM:&imgrefurl=http://www.cienciahoje.pt/index.php%3Foid%3D28200%26op%3Dall&docid=qNGUGGI8VgcJ8M&w=320&h=251&ei=QuNgTry8PIO_gQfasfy7AQ&zoom=1&iact=hc&vpx=422&vpy=335&dur=891&hovh=199&hovw=254&tx=186&ty=125&sqi=2&page=2&tbnh=157&tbnw=200&ndsp=15&ved=1t:429,r:1,s:25. Acesso em: 02/09/2011
Disponível em:http://www.google.com.br/imgres?q=rios+voadores&start=25&num=10&um=1&hl=pt-BR&biw=1366&bih=675&tbm=isch&tbnid=JoOxCv0_nH_3yM:&imgrefurl=http://www.riosvoadores.com.br/educacional/component/content/article/179&docid=lPV1zPdhDtkZgM&w=600&h=424&ei=seJgTrTyMoHQgAet4fSZAQ&zoom=1&iact=rc&dur=428&sqi=2&page=2&tbnh=157&tbnw=232&ndsp=15&ved=1t:429,r:4,s:25&tx=91&ty=87. Acesso em:02/09/2011
Gérard Moss e Margi Moss
Disponível em:http://www.google.com.br/imgres?q=rios+voadores&start=25&num=10&um=1&hl=pt-BR&biw=1366&bih=675&tbm=isch&tbnid=cvE7xKBFV3e_BM:&imgrefurl=http://www.cienciahoje.pt/index.php%3Foid%3D28200%26op%3Dall&docid=qNGUGGI8VgcJ8M&w=320&h=251&ei=QuNgTry8PIO_gQfasfy7AQ&zoom=1&iact=hc&vpx=422&vpy=335&dur=891&hovh=199&hovw=254&tx=186&ty=125&sqi=2&page=2&tbnh=157&tbnw=200&ndsp=15&ved=1t:429,r:1,s:25. Acesso em: 02/09/2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Palestra sobre Rios Voadores com Gérard Moss
Aconteceu na noite do dia 31 de agosto de 2011, no Centro Eventos de Chapecó, palestra com o aviador e pesquisador Gérard Moss
Disponível em:http://www.google.com.br/imgres?q=g%C3%A9rard+moss&um=1&hl=pt-BR&sa=N&biw=994&bih=620&tbm=isch&tbnid=pjAEKAAzfoLdqM:&imgrefurl=http://360graus.terra.com.br/expedicoes/default.asp%3Fdid%3D8521%26action%3Dnews&docid=v9EeUSmRLcuk2M&w=480&h=320&ei=YLtfTqWTGsOusQLe8NQk&zoom=1&iact=hc&vpx=523&vpy=100&dur=424&hovh=183&hovw=275&tx=99&ty=131&page=1&tbnh=140&tbnw=177&start=0&ndsp=12&ved=1t:429,r:2,s:0. Acesso em:01/09/2011
A secretária de Educação de Chapecó é que deu bola fora. O palestrante iria alertar acerca do problema ambiental grave que poderá se dar se não parar o desmatamento na Amazônia. E antes da palestra começar, Astrid Tozzo deu, entre alguns presentes, adivinhem... Isso mesmo, símbolo de Chapecó, o Desbravador, o gaúcho com o seu machado "desbravador". Este símbolo, concebido nos anos 80, já estava fora de contexto (na década de 80, os problemas ambientais já eram amplamente discutidos). Mas imagine hoje... Cada um.
Disponível em:http://www.google.com/imgres?imgurl=http://www.brasilescola.com/upload/e/desbravador3.jpg&imgrefurl=http://cidadebrasileira.brasilescola.com/santa-catarina/pontos-turisticos-chapeco.htm&usg=__iMik8fKTjLChHLeyPFrYq_NXeKQ=&h=206&w=144&sz=12&hl=pt-BR&start=0&sig2=9uVkO_0vtXr7_Pyd20UWUA&zoom=1&tbnid=MlmDuvvpw9GI2M:&tbnh=131&tbnw=86&ei=0bpfTrGuE6jJsQL2oKgR&itbs=1&iact=rc&dur=478&page=1&ndsp=15&ved=1t:429,r:10,s:0&tx=35&ty=82. Acesso em:01/09/2011
Disponível em:http://www.google.com.br/imgres?q=g%C3%A9rard+moss&um=1&hl=pt-BR&sa=N&biw=994&bih=620&tbm=isch&tbnid=pjAEKAAzfoLdqM:&imgrefurl=http://360graus.terra.com.br/expedicoes/default.asp%3Fdid%3D8521%26action%3Dnews&docid=v9EeUSmRLcuk2M&w=480&h=320&ei=YLtfTqWTGsOusQLe8NQk&zoom=1&iact=hc&vpx=523&vpy=100&dur=424&hovh=183&hovw=275&tx=99&ty=131&page=1&tbnh=140&tbnw=177&start=0&ndsp=12&ved=1t:429,r:2,s:0. Acesso em:01/09/2011
A secretária de Educação de Chapecó é que deu bola fora. O palestrante iria alertar acerca do problema ambiental grave que poderá se dar se não parar o desmatamento na Amazônia. E antes da palestra começar, Astrid Tozzo deu, entre alguns presentes, adivinhem... Isso mesmo, símbolo de Chapecó, o Desbravador, o gaúcho com o seu machado "desbravador". Este símbolo, concebido nos anos 80, já estava fora de contexto (na década de 80, os problemas ambientais já eram amplamente discutidos). Mas imagine hoje... Cada um.
Disponível em:http://www.google.com/imgres?imgurl=http://www.brasilescola.com/upload/e/desbravador3.jpg&imgrefurl=http://cidadebrasileira.brasilescola.com/santa-catarina/pontos-turisticos-chapeco.htm&usg=__iMik8fKTjLChHLeyPFrYq_NXeKQ=&h=206&w=144&sz=12&hl=pt-BR&start=0&sig2=9uVkO_0vtXr7_Pyd20UWUA&zoom=1&tbnid=MlmDuvvpw9GI2M:&tbnh=131&tbnw=86&ei=0bpfTrGuE6jJsQL2oKgR&itbs=1&iact=rc&dur=478&page=1&ndsp=15&ved=1t:429,r:10,s:0&tx=35&ty=82. Acesso em:01/09/2011
CARTA DO IV SUSTENTAR (Carta de Chapecó-SC)
Sustentar termina com saldo positivo e proposições importantes
CARTA DO IV SUSTENTAR
Um dos maiores desafios deste século é garantir o acesso universal à energia, ao conhecimento, à alimentação, a cultura e a democracia.
Esses temas vêm pautando o Sustentar – Fórum sobre Energias Renováveis e Consumo Responsável. Nesses quatro anos a temática SUSTENTABILIDADE tornou-se tema central e nesta edição a necessidade de avançarmos para uma economia verde ficou em evidência.
A cada edição do Sustentar conhecemos novos projetos e iniciativas, que nos dão a certeza de que estamos no caminho certo na socialização do conhecimento e na busca do crescimento responsável.
Por isso precisamos avançar ainda mais em temas como:
Criação de uma legislação nacional e estadual para o fomento às energias alternativas, sobretudo para a viabilidade da mini e da microgeração;
Que as alterações no Código Florestal Brasileiro não permitam destruição dos biomas nem prejudiquem as populações vulneráveis que mais sofrem com os efeitos da mudança climática; que haja uma clara diferenciação entre agricultura familiar/camponesa e o agronegócio;
Que os nossos governos nos conduzam a uma economia de baixo carbono, tanto na agricultura, quanto na indústria e no setor de serviços; para isso é necessário alocar recursos institucionais para programas inovadores e de inclusão no campo, como o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), alimentação orgânica e agroecológica.
É urgente a implementação do PSA pelos governos federal, estaduais e municipais, garantindo assim uma poderosa ferramenta de preservação da floresta e demais recursos naturais.
Que os tomadores de decisões criem mecanismos capazes de incentivar o consumo responsável, tendo como foco a eficiência energética, seja no uso de recursos naturais, seja nos processos industriais ou na agricultura.
Vamos fortalecer a Fundação Científica e Tecnológica em Energias Renováveis (FCTER), nascida no Sustentar do ano passado, para que seja um elemento aglutinador dos anseios acadêmicos, empresariais e sociais em toda a região Oeste de Santa Catarina e que possa tornar-se referência para o Brasil.
Por fim o IV Sustentar quer sugerir caminhos para avançarmos mais e tornar Santa Catarina de fato, referência nacional em energias renováveis ao ponto de levarmos nossas inquietações e nosso exemplo para a mesa de discussões da Rio + 20, que acontecerá em 2012 e deixará o Brasil, mais uma vez, na vitrine mundial quanto ao futuro do planeta.
O país e nosso estado precisam desenvolver-se de forma equilibrada. Para enfrentar as adversidades que as mudanças climáticas já impõem à sociedade, a aposta certa é a economia verde: universalizar o acesso à energia alternativa renovável, buscar meios de produção ambientalmente sustentáveis e mudar os padrões de produção e de consumo.
O IV Sustentar propõe:
A realização do V Sustentar, em 2012;
Encaminhamento de projetos de lei para regulamentação de micro e minigeração de energia alternativa renovável no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa
Instigar a mobilização da sociedade nas discussões de alteração do Código Florestal Brasileiro
Contemplar no programa Minha Casa Minha Vida a energia solar térmica e fotovoltaica
Trabalhar pelo arrendamento da terra dos agricultores em áreas de projetos de PCHs, aos moldes dos projetos eólicos;
Buscar que o Fundo do Pré Sal para fomentar projetos de sustentabilidade seja aplicado prioritariamente em projetos de energias renováveis e produção agropecuária sustentável.
Disponível em:http://sustentar2011.blogspot.com. Acesso em:01/09/2011
CARTA DO IV SUSTENTAR
Um dos maiores desafios deste século é garantir o acesso universal à energia, ao conhecimento, à alimentação, a cultura e a democracia.
Esses temas vêm pautando o Sustentar – Fórum sobre Energias Renováveis e Consumo Responsável. Nesses quatro anos a temática SUSTENTABILIDADE tornou-se tema central e nesta edição a necessidade de avançarmos para uma economia verde ficou em evidência.
A cada edição do Sustentar conhecemos novos projetos e iniciativas, que nos dão a certeza de que estamos no caminho certo na socialização do conhecimento e na busca do crescimento responsável.
Por isso precisamos avançar ainda mais em temas como:
Criação de uma legislação nacional e estadual para o fomento às energias alternativas, sobretudo para a viabilidade da mini e da microgeração;
Que as alterações no Código Florestal Brasileiro não permitam destruição dos biomas nem prejudiquem as populações vulneráveis que mais sofrem com os efeitos da mudança climática; que haja uma clara diferenciação entre agricultura familiar/camponesa e o agronegócio;
Que os nossos governos nos conduzam a uma economia de baixo carbono, tanto na agricultura, quanto na indústria e no setor de serviços; para isso é necessário alocar recursos institucionais para programas inovadores e de inclusão no campo, como o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), alimentação orgânica e agroecológica.
É urgente a implementação do PSA pelos governos federal, estaduais e municipais, garantindo assim uma poderosa ferramenta de preservação da floresta e demais recursos naturais.
Que os tomadores de decisões criem mecanismos capazes de incentivar o consumo responsável, tendo como foco a eficiência energética, seja no uso de recursos naturais, seja nos processos industriais ou na agricultura.
Vamos fortalecer a Fundação Científica e Tecnológica em Energias Renováveis (FCTER), nascida no Sustentar do ano passado, para que seja um elemento aglutinador dos anseios acadêmicos, empresariais e sociais em toda a região Oeste de Santa Catarina e que possa tornar-se referência para o Brasil.
Por fim o IV Sustentar quer sugerir caminhos para avançarmos mais e tornar Santa Catarina de fato, referência nacional em energias renováveis ao ponto de levarmos nossas inquietações e nosso exemplo para a mesa de discussões da Rio + 20, que acontecerá em 2012 e deixará o Brasil, mais uma vez, na vitrine mundial quanto ao futuro do planeta.
O país e nosso estado precisam desenvolver-se de forma equilibrada. Para enfrentar as adversidades que as mudanças climáticas já impõem à sociedade, a aposta certa é a economia verde: universalizar o acesso à energia alternativa renovável, buscar meios de produção ambientalmente sustentáveis e mudar os padrões de produção e de consumo.
O IV Sustentar propõe:
A realização do V Sustentar, em 2012;
Encaminhamento de projetos de lei para regulamentação de micro e minigeração de energia alternativa renovável no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa
Instigar a mobilização da sociedade nas discussões de alteração do Código Florestal Brasileiro
Contemplar no programa Minha Casa Minha Vida a energia solar térmica e fotovoltaica
Trabalhar pelo arrendamento da terra dos agricultores em áreas de projetos de PCHs, aos moldes dos projetos eólicos;
Buscar que o Fundo do Pré Sal para fomentar projetos de sustentabilidade seja aplicado prioritariamente em projetos de energias renováveis e produção agropecuária sustentável.
Disponível em:http://sustentar2011.blogspot.com. Acesso em:01/09/2011
Sustentar 2011
Estive ontem a tarde, dia 31 de agosto de 2011, no Centro de Eventos de Chapecó, participando dos cases de biomassa e energia hídrica.
Houveram as seguintes falas:
DERNER, Roberto Bianchini. Biocombustíveis de algas
Este professor da UFSC apontou sobre o uso das microalgas, na alimentação (humana e animal), produção de biofertilizantes, tratamento de efluentes, compostos bioativos, pigmentos, ácidos graxos (ômega 3 e ômega 6) e produção de energia. Muito embora "ainda não exista um pacote tecnológico para a produção de biocombustíveis através de microalgas" (DERNER, 2011). Poucas pesquisas no Brasil. Um pouco mais avançadas são experiências de produção de microalgas, em escala razoável, em Israel, nos EUA e em Taiwan
BORSUK, Luiz Carlos. Programa Nacional de Produção do Biodiesel
Dentre as falas deste professor da Unochapecó, chamou a atenção dados a respeito da agricultura familiar. Esta emprega mais (cerca de 3 vezes) que o agronegócio em 3 vezes menos área de terras, além de ser mais rentável por hectare/ano (677,00R$ contra 358R$). Salientou a respeito do selo social do programa de biodiesel, que destina uma reserva de mercado para a agricultura familiar, ao fato de que o Brasil passou a misturar 5% de óleos vegetais ao óleo diesel mineral e apontou que é necessário se fazer um balanço energético de quais matérias-primas utilizar. Borsuk considera pouco inteligente devastar a Amazônia, com sua riqueza de biomassa para plantar soja, e que o óleo de mamona, devido a suas utilidades até insubstituíveis não será utilizado para biocombustíveis
DELLAGNELLO, Aleixo . Energia do lixo e tratamento de resíduos sólidos
Este engenheiro agrônomo da empresa Agetec (www.agetec.com.br) apontou sobre a questão do lixo orgânico urbano e sua utilização em biodigestores, para gerar gás e eletricidade.Várias experiências suecas demosntram que as cidades brasileiras, mesmo as que teoricamente são mais avançadas, por possuírem aterros sanitários e não mais lixões,mesmo assim são atrasadas. Os biodigestores de lixo orgânico são executados em cidades de porte considerável, dando um bom destino ao lixo e ainda gerando riquezas, através da geração de energia elétrica e gás.
Houveram as seguintes falas:
DERNER, Roberto Bianchini. Biocombustíveis de algas
Este professor da UFSC apontou sobre o uso das microalgas, na alimentação (humana e animal), produção de biofertilizantes, tratamento de efluentes, compostos bioativos, pigmentos, ácidos graxos (ômega 3 e ômega 6) e produção de energia. Muito embora "ainda não exista um pacote tecnológico para a produção de biocombustíveis através de microalgas" (DERNER, 2011). Poucas pesquisas no Brasil. Um pouco mais avançadas são experiências de produção de microalgas, em escala razoável, em Israel, nos EUA e em Taiwan
BORSUK, Luiz Carlos. Programa Nacional de Produção do Biodiesel
Dentre as falas deste professor da Unochapecó, chamou a atenção dados a respeito da agricultura familiar. Esta emprega mais (cerca de 3 vezes) que o agronegócio em 3 vezes menos área de terras, além de ser mais rentável por hectare/ano (677,00R$ contra 358R$). Salientou a respeito do selo social do programa de biodiesel, que destina uma reserva de mercado para a agricultura familiar, ao fato de que o Brasil passou a misturar 5% de óleos vegetais ao óleo diesel mineral e apontou que é necessário se fazer um balanço energético de quais matérias-primas utilizar. Borsuk considera pouco inteligente devastar a Amazônia, com sua riqueza de biomassa para plantar soja, e que o óleo de mamona, devido a suas utilidades até insubstituíveis não será utilizado para biocombustíveis
DELLAGNELLO, Aleixo . Energia do lixo e tratamento de resíduos sólidos
Este engenheiro agrônomo da empresa Agetec (www.agetec.com.br) apontou sobre a questão do lixo orgânico urbano e sua utilização em biodigestores, para gerar gás e eletricidade.Várias experiências suecas demosntram que as cidades brasileiras, mesmo as que teoricamente são mais avançadas, por possuírem aterros sanitários e não mais lixões,mesmo assim são atrasadas. Os biodigestores de lixo orgânico são executados em cidades de porte considerável, dando um bom destino ao lixo e ainda gerando riquezas, através da geração de energia elétrica e gás.
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